::: Força Jovem Brasil - Rio Grande do Norte :::
10/07/10
Sepultando o Velho Homem

Esta atitude somente você,é que tem o poder de tomar. Se queremos ter uma vida nova, devemos nos desfazer de tudo aquilo que desagrada ao Espírito Santo e enterrar o "Velho Homem".Portanto, fazei morrer a vossa natureza, isto é, a imoralidade sexual, a indecência, as paixões deste mundo,os maus pensamentos a cobiça, a avareza que é idolatria.Não se deixe dominar por esses desejos,seja forte,na palavra de Deus diz:Fazei,pois, morrer toda sua natureza pecaminosa (Col. 3.5 )
29/06/10
Dramático apelo!
Aos poucos, os meus valores, que só agora reconheço, foram acabando: familia, amigos, pais, religião, Deus-até Deus-, tudo me parecia ridículo.

 

Meu nome é Patrícia, tenho 17 anos, e encontro-me, no momento, quase sem forças, mas pedi para a enfermeira Dane, minha amiga, escrever esta carta que será endereçada aos jovens de todo o Brasil, antes que seja tarde demais: “Eu era uma jovem ’sarada’, criada em uma excelente família de classe média alta, em Florianópolis. Meu pai é engenheiro eletrônico de uma grande estatal e procurou sempre dar, para mim e meus dois irmãos, tudo de bom e o que há de melhor, inclusive liberdade, que eu nunca soube aproveitar. Aos 13 anos, participei e ganhei um concurso para modelo e manequim de uma grande agência de modelos, e fui até o final do concurso que selecionou assistentes de palco de um importante programa de televisão. Fui também selecionada para fazer um book em outra grande agência de modelos, em São Paulo. Sempre me destaquei pela minha beleza física. Chamava a atenção por onde passava. Estudava no melhor colégio de Florianópolis. Tinha todos os garotos do colégio aos meus pés. Nos finais de semana, frequentava shopping centers, praias, cinema; curtia com minhas amigas tudo o que a vida tinha de melhor a oferecer às pessoas ‘saradas’, física e mentalmente. Porém, como a vida nos prega algumas peças, o meu destino começou a mudar em outubro de 2004. Fui com uma turma de amigos para a Oktoberfest, em Blumenau (SC). Os meus pais confiavam em mim e me liberaram sem mais apego. Em Blumenau, achei tudo legal. Fizemos um ‘esquenta’, no Bude, famoso barzinho na Rua XV. À noite, fomos ao ‘Proeb’ e no ‘Pavilhão Galego’ havia um show maneiro da Banda Cavalinho Branco. Aquela movimentação de gente era ‘trimaneira’. Eu já havia experimentado algumas bebidas. Tomava, escondido da minha mãe, o Licor Amarula, mas nunca tinha ficado bêbada. Na quinta feira, primeiro dia da Oktoberfest, tomei o meu primeiro porre de chopp. Que sensação legal! Curti a noite inteira ‘doidona’. Beijei uns 10 carinhas. Inclusive, minhas amigas colocavam o chopp numa mamadeira, misturado com guaraná para enganar os ‘meganhas’ (policiais), porque menor de idade não podia beber. Mas a gente bebeu a noite inteira e os ‘otários’ não percebiam. Lá pelas 4hs da manhã, fui levada ao Posto Médico, quase em coma alcoólico, numa maca dos bombeiros. Deram-me umas injeções de glicose para melhorar. Quando fui ao apartamento, quase vomitei as tripas, mas o meu grito de liberdade estava dado. No dia seguinte, aquela dor de cabeça horrível, um mal estar daqueles, como tensão pré-menstrual. No sábado, conhecemos uma galera de São Paulo, que alugaram um apartamento no mesmo prédio. Nem imaginava que naquele dia eu estava sendo apresentada ao meu futuro assassino. Bebi um pouco no sábado. A festa não estava legal, mas lá pelas 5h30 da manhã, fomos ao ‘ap’ dos garotos para curtir o restante da noite. Rolou de tudo e fui apresentada ao famoso ‘baseado’ (cigarro de maconha), que me ofereceram. No começo, resisti, mas chamaram a gente de ‘Catarina careta’. Mexeram com nossos brios e acabamos experimentando. Fiquei com uma sensação esquisita, de baixo astral, mas, no dia seguinte, antes de ir embora, experimentei novamente. O garoto mais velho da turma, o ‘Marcos’, fazia carreirinha e cheirava um pó branco que descobri ser cocaína. Ofereceram-me, mas não tive coragem naquele dia. Retornamos à ‘Floripa’, mas percebi que alguma coisa havia mudado. Eu sentia a necessidade de buscar novas experiências, e não demorou muito para eu novamente deparar-me com meu assassino: ‘DROGAS.’ Aos poucos, meus melhores amigos foram se afastando quando comecei a me envolver com uma galera da pesada e, sem perceber, eu já era uma dependente química, a partir do momento que a droga começou a fazer parte do meu cotidiano. Fiz viagens alucinantes, fumei maconha misturada com esterco de cavalo, experimentei cocaína misturada com um monte de porcaria. Eu e a galera descobrimos que misturando cocaína com sangue, o efeito dela ficava mais forte e, aos poucos, não compartilhávamos a seringa, e sim o sangue que cada um cedia para diluir o pó. No início, a minha mesada cobria os meus custos com as malditas, porque a galera repartia e o preço era acessível. Comecei a comprar a ‘branca’ a R$ 10,00 o grama, mas não demorou muito para conseguir somente a R$20,00 a boa, e eu precisava, no mínimo, cinco doses diárias. Saía na sexta-feira e retornava aos domingos com meus ‘novos amigos’. Às vezes, a gente conseguia o ‘extasy’. Dançávamos nos ‘points’ a noite inteira e depois… farra! O meu comportamento tinha mudado em casa. Meus pais perceberam, mas no início eu disfarçava e dizia que eles não tinham nada a ver com a minha vida. Comecei a roubar em casa pequenas coisas para vender ou trocar por drogas. Aos poucos, o dinheiro foi faltando e para conseguir grana fazia programas com uns velhos que pagavam bem. Sentia nojo de vender o meu corpo, mas era necessário para conseguir dinheiro. Aos poucos, toda a minha família foi se desestruturando. Fui internada diversas vezes em clínicas de recuperação. Meus pais, sempre com muito amor, gastavam fortunas para tentar reverter o quadro. Quando eu saía da clínica, aguentava alguns dias, mas logo estava me picando novamente. Abandonei tudo: escola, bons amigos e família. Em dezembro de 2007, a minha sentença de morte foi decretada. Descobri que havia contraído o vírus da aids, não sei se me picando, ou através de relações sexuais, muitas vezes, sem camisinha. Devo ter passado o vírus a um montão de gente, porque os homens pagavam mais para transar sem camisinha. Aos poucos, os meus valores, que só agora reconheço, foram acabando: família, amigos, pais, religião, Deus – até Deus –, tudo me parecia ridículo. Meu pai e minha mãe fizeram tudo, por isso nunca vou deixar de amá-los. Eles me deram o bem mais precioso que é a vida e eu a joguei pelo ralo. Estou internada, pesando 24 kg, horrível. Não quero receber visitas porque não podem me ver assim. Não sei até quando sobrevivo, mas, do fundo do coração, peço aos jovens que não entrem nessa viagem maluca. Você, com certeza, vai se arrepender assim como eu, mas percebo que é tarde demais pra mim.” OBS: Patrícia encontrava-se internada no Hospital Universitário de Florianópolis e a enfermeira Danelise, que cuidava dela, comunicou que Patrícia veio a falecer 14 horas depois que escreveram esta carta, de parada cardíaca respiratória em consequência da aids.

29/06/10
Carta de um ex-Obreiro da Força Jovem.
Carta de um ex-Obreiro da Força Jovem.

Olá pessoal da Força Jovem... Bom, meu nome é Fabrício sou de Sorocaba São Paulo e primeiramente que ao ler esta carta vocês se encontre na mais pura e perfeita paz espiritual e escrevo esta carta pra vocês que , por causa da bondade de nosso Deus e Salvador Jesus Cristo, receberam uma fé tão preciosa como a minha e que a graça e a paz esteja com vocês e que aumente cada vez mais por meio do conhecimento que vocês tem em Deus e de Jesus Cristo o nosso Senhor Salvador. Bom pessoal, como disse meu nome é Fabrício sou natural de Itapira-SP mais minha família é de Sorocaba minha vida sempre foi meio conturbada pois já fui obreiro do Grupo de Jovem de Sorocaba por dois anos e levava uma vida maravilhosa, mais como todos que são fiel a Deus sofri várias perseguições e o diabo usava até meu pai colocando contra mim por estar indo na igreja todos os dias e nunca me dei bem com meu pai por causa disso e minha mãe sempre foi meu alicersse porque estava sempre do meu lado e em 1997 ela veio a falecer e não suportei a dor de perde-la e não fui forte o suficiente para se manter firme na fé e acabei me desviando da palavra de Deus e a partir desse dia minha vida virou um inferno pois tive que sair de casa por causa do meu pai fui morar na favela comecei a fumar maconha depois a roubar e assim foi minha vida por sete anos até que em 2004 vim para Santa Catarina roubar e acabei sendo preso pelos artigos 289,288,157 e fui julgado e condenado á 36 anos 6 meses 11 dias e já estou cumprindo o total de 6 anos. Esse é o preço que paguei por ter me desviado do caminho de Deus mais como diz o ditado: Nem tudo está perdido e nesses 6 anos venho me mantendo firme na fé longe de confusões estou trabalhando aqui na penitenciária em um setor de costura de uma empresa chamada Merlot que se instalou aqui no sistema profissional vou começar a ganhar 308 reais por mês e esteou sendo muito abençoado e o pessoal da Força Jovem de Curitiba estão me apoiando me escrevendo e me mandando material de leitura, toda semana uma pessoa me escreve eles são uma benção hoje meu alicersse é eles pois se tornaram minha família e estou escrevendo para vocês porque quero conhecer pessoas de Deus de outros estados para formar uma nova família o Pastor responsável da Força Jovem de Curitiba é o Pastor Leandro e caso queiram falar com ele o número dele é 3016-3190 escritório da Força Jovem fale com o Pastor Leandro. Pessoal, não sei mais quanto tempo terei que ficar preso acho que uns 2 ou 3 anos por isso peço á vocês que quando tiver um tempinho sobrando que me escreva pois são essas cartas que recebo e que me dão forças para se manter firme na fé e suportar o que vem pela frente pois só Deus sabe o valor que tem uma carta para uma pessoa que se encontra recluso pois já faz 4 anos que não tenho visita de ninguém e por esse motivo o Pastor Leandro e o pessoal estão fazendo a carteirinha para poder vir me visitar como disse , se tornaram uma família pra mim por isso escrevo e peço a vocês todos da Força Jovem que me escreva, pois, fortalecimento de pessoas de Deus sempre é bem vindo por isso desde já agradeço na certeza que nosso Deus irá tocar no coração de vocês para me escreverem e pode ter certeza que estarei aqui ancioso esperando uma carta de vocês daí do Tocantins. Ah, vi uma matéria da Força Jovem daí de Tocantins na Força Jovem magazine meus parabéns pelo Projeto Cultural realmente é a melhor forma de mostrar aos jovens que tem várias formas saudáveis de curtir a vida e ser feliz longe do crime e das drogas... etc Parabéns pessoal, tenho fé que Deus vai agir nos meus processos e logo logo estarei aí com vocês clamando a Deus em nome de Jesus, e aqui deixo minha história de vida e me dispeço de vocês e que todos se sintam beijado s e abraçados por mim e que a paz do nosso Senhor Jesus Cristo esteja com vocês e que ele dê forças para se manterem firme na fé para que não venha acontecer com vocês o que aconteceu comigo, é o que peço mantenham-se firme na fé pois é tão satisfatória a vida com Deus que já não consigo mais viver sem ele orem por mim que estarei orando por todos vocês e aguardando anciosamente uma carta de vocês ai do Tocantins sintam-se todos beijados e abraçados. Fui!!! Fabricio
03/11/09
Pedalada na região Metropolitana
Ciclistas contra as Drogas agitam Camaçari ...

Por Publicidade Força Jovem Bahia

 

A cidade de Camaçari parou para acompanhar mais um grande movimento do Força Jovem no Interior da Bahia; trata-se da primeira Pedalada Contra as Drogas que contou com a presença do pastor Adriano Lopes, responsável pelo trabalho do Força Jovem no estado da Bahia, e que ao lado do pastor Hélio organizador do evento e responsável pelo Força Jovem na cidade de Camaçari; sobre o trio levavam ao povo mensagens de vida e cumprimentavam os moradores locais, muitos jovens compareceram com suas bicicletas enfeitadas, e fantasiados, tudo com o objetivo de chamar a atenção da população sobre o assunto que tem levado milhares de jovens a morte: As drogas!!! O evento contou com o apoio do batalhão de trânsito Municipal com motos, que deram todo o suporte necessário para a organização do trânsito no centro da cidade. Por onde a pedalada passava a população respondia com aplausos aos ciclistas que em um só grito proclamava a seguinte frase: Drogas Tô Fora !!! 

 

Pr. Adriano Lopes e Pr. Hélio

 

ciclistas na pedalada contra as drogas

 

Links interessantes: projetoforcajovembahia2009.blogspot.com

 

03/11/09
Força Jovem Bahia Interior
Jovens da cidade de Barreiras são consagrados ...

 

Por Publicidade Força Jovem Bahia

O Força Jovem da cidade de Barreiras (interior da Bahia), foi consagrado recentemente durante reunião. Quarenta jovens foram consagrados para fazer o trabalho de resgate às almas nos bairros de Barreiras. O Pastor Regional Nivaldo foi quem os consagrou, levando eles a terem um compromisso com Deus, e mostrando a importância que tem uma consagração. "Os jovens estão na fé e já estão preparados para ganhar os jovens de todos os bairros da cidade Barreiras.disse o obreiro Eder, responsável pelo Força Jovem da Cidade.

 

Jovens de Barreiras - Logo após a consagração
 
Jovens sendo consagrados pelo Pr. Nivaldo - Barreiras

 

Se você quer fazer parte dessa galera é só procurar a Igreja Universal mais próxima à sua casa e seja um jovem vencedor.

FORÇA JOVEM BARREIRAS É SÓ VITÓRIA 

 

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24/01/2010
1º Fest Beach Verão FJRN
Mais informações: forcajovemrn@hotmail.com
28/12/2008
Tarde de premiação dos Melhores de 2008

Local a ser definido, aguarde

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