
Pois é... logo, logo, as indústrias terão um recurso a mais para tentar convecer os consumidores a comprar seus produtos. Ao invés de simples rótulos estáticos, as embalagens poderão conter animações e até filmes.
A possibilidade surgiu a partir dos desenvolvimentos da eletrônica orgânica, que está permitindo a fabricação de circuitos eletrônicos, por processos semelhantes ao da impressão.
A primeira empresa especializada na fabricação de telas para embalagens, que vai permitir a criação de rótulos animados, é a Lumoza, criada na Europa. A tecnologia por ela empregada, combina uma tinta eletroluminescente com um circuito eletrônico que controla a sequência e a temporização das animações.
O resultado é uma animação de computador que pode ser impressa em virtualmente qualquer tipo de superfície, incluindo caixas plastificadas usadas pela maioria dos produtos. Depois de impressa, a tela pode ser dobrada, enrolada e até mesmo utilizada para embrulhar outro produto, sem perder a funcionalidade.
E as embalagens de produtos não são as únicas possibilidades de uso das telas impressas. Como a tecnologia funciona para impressão em grandes áreas, as telas poderão ocupar tetos, cartazes, roupas, veículos e outdoors inteiros.
Pensem em como seria bem útil abrir a caixa de um produto e assitir as instruções para sua montagem na própria caixa.
Fonte: Inovação Tecnológica
Por NUC-Ba
Por Nicola Helayel
Olá pessoal!! Achei um vídeo no You Tube interessantíssimo. Fala sobre a evolução da tecnologia aliada à informação e os impactos no dia a dia.
Você sabia que:
- são 31 bilhões (!!) de buscas no Google por mês? Em 2006 esse número era de 2,7bilhões.
- de cada 8 casais um se conheceu pela internet, só nos EUA?
- são 200 milhões de usuários cadastrados no My Space? Se fosse considerado um país, seria o 5o. maior do mundo!
Quer saber mais? O link para o vídeo traduzido é http://www.youtube.com/watch?v=xKps5DBJEJ4 e para o original, http://www.youtube.com/watch?v=cL9Wu2kWwSY.
Vale à pena conferir!
Pelo menos é o que promete a Intel.
Este ainda é um grande mal que acompanha a evolução tecnológica, o fato de que tudo, ou quase tudo, precisa de alimentação externa (uma tomada), seja para uso ou para recarregar a bateria.
Mas, para a Intel, estes dias estão contados. Gadgets auto-sustentáveis, ou auto-carregáveis, estão perto de se tornarem realidade, uma vez que estamos cercados de energias alternativas como o calor do corpo, o movimento do ar e até mesmo as ondas das antenas de telefonia, que poderiam ser usadas como fonte de energia.
A Intel se baseia numa realidade já utilizada pela medicina onde pequenos sensores implantados no corpo armazenam e transmitem informações do corpo, e tudo isto sem a necessidade de baterias.
Por enquanto os testes então sendo feitos utilizando a energia solar e o calor do corpo e espera-se uma comercialização de aparelhos com esta tecnologia entre 3 e 5 anos.
Fonte: BGR
Algum dia você imaginou que o computador poderia ler seus lábios? Pois cientistas britânicos acabaram de anunciar a invenção de um software capaz de ler lábios e reconhecer diferentes idiomas. Para o funcionamento do sistema, os cientistas da Universidade de Ciências da Computação de West Anglia mapearam os movimentos dos lábios de 23 pessoas bilíngües e trilíngües, de forma que o computador possa identificar o idioma falado com alta precisão.

Movimentos como o da língua, maxilares e lábios dão todas as pistas necessárias para que o computador possa mapear os idiomas, já que cada um deles causa diferentes posições e movimentos do rosto.
Já pensou em voar e caminhar sobre as águas? Pois é, o que parece história bíblica agora se tornou realidade.
"Deixe de sonhar. Comece a voar" é o slogan de promoção do Jetlev. A concretização do sonho de voar está, contudo, longe de ser para todas os bolsos. O aparelho custa 99 mil euros (no caso da versão com motor de 155 cavalos) e 119 mil euros (com motor de 215 cavalos).
O Jetlev está a ser produzido na Alemanha e já é possível fazer encomendas. A intenção dos fabricantes é que seja adquirido também por empresas que venham a alugar os aparelhos. O conceito de Jetlev (abreviatura de Jet Levitation) foi criado pelo sino-canadiano, Raymond Li, no ano 2000. Três anos depois a Jetlev Development Corporation desenvolveu os primeiros estudos no Canadá para a criação do aparelho. Em 2005 estava criado o primeiro protótipo, que foi testado na Florida.
Os fabricantes dizem que o aparelho é fácil de manobrar por pessoas que tenham entre 1,5 e 2 metros e pesem entre os 40 e 120 quilos.
Fonte: Portal das Curiosidades
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